Nosso assunto é saúde, mas o interrompemos para falar de Bulimia!

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Nosso assunto é saúde, mas o interrompemos para falar de Bulimia!

A Bulimia está atingindo jovens e até crianças cada vez mais novas.

Estes dias ouvindo uma matéria sobre Bulimia e Anorexia, trouxemos em pauta esse assunto e gostaríamos de compartilhá-lo com você.

Existe um Centro de Tratamento dentro do Hospital das Clínicas criado primeiramente para atender pessoas acima de 18 anos com Bulimia, em sua maioria mulheres.

Porém a procura de auxílio por crianças de 10, 12, 14 anos…fez o hospital ampliar esse atendimento, e nos atraiu a atenção.

As pessoas estão sempre cuidando do corpo, da alimentação e da saúde, mas há uma forte pressão social para ter o “corpo perfeito”.

Somos bombardeados por propagandas de dietas milagrosas, ou radicais, que eliminam gorduras rapidamente.

E pela imagem de modelos magras em todas as fotos publicitárias, nos pontos de ônibus, na TV, nas revistas.

Até nas propagandas das famosas redes de hamburguers, mesmo com aquele sanduíche duplo nas mãos, a modelo é sempre linda, magra e saudável.

E isso influencia a todos, ainda mais as adolescentes, que estão com o corpo ainda em transição, às vezes com umas sobras de gordurinhas na cintura, um excesso de peso.

Adolescentes e crianças que querem se autoafirmar, ser aceitas nos grupos, que sofrem bullying por não atender ao “padrão” de beleza, até mesmo exigências estéticas da própria família.

Nesse ambiente nocivo de tantas cobranças, esteriótipos e expectativas, além de algum distúrbio psicológico, muitos jovens iniciam um processo de Bulimia.

A Bulimia é um transtorno alimentar que leva a compulsão por comida. Mesmo sem fome, a pessoa sofre de uma vontade incontrolável de comer, e o faz em excesso.

Após as crises de Bulimia, em que os alimentos são devorados rapidamente, vêm as atitudes compensatórias: indução de vômito, e uso de laxantes e diuréticos.

Essa prática torna-se um vício, e para não serem recriminadas, as pessoas com esse transtorno costumam esconder os alimentos.

A prática de exercícios corporais de forma intensa e além do limite também são maneiras de compensar esse transtorno alimentar.

As consequências da Bulimia são graves: depressão, fadiga, arritmia cardíaca, irregularidade menstrual, ossos e dentes frágeis, vasos sanguíneos dilatados na pele do rosto e problemas de estômago e esôfago.

O nosso recado é que cuidem do corpo, se alimentem adequadamente, escolham boas dietas, e principalmente, consultem profissionais para orientação alimentar.

Mas todo excesso é ruim, seja de exercício, seja de alimentação, seja na busca do “correto”, do “perfeito”, do “aceito”, em primeiro lugar deve estar a saúde e o bem-estar.

Claro que se a busca é por saúde, logo, como consequências, virão o peso adequado, a dieta equilibrada, a aceitação, tudo de forma saudável e natural.

Se você estiver 2, 3 ou alguns quilinhos a mais do que deveria, não se desespere, modifique algumas práticas no seu dia a dia.

Inclua uma caminhada, substitua alimentos industrializados por naturais, troque os doces por opções menos calóricas. Tenha paciência com você mesma!

Os quilos a mais não vieram do dia para a noite, então não queira eliminá-los tão depressa, aceite perdê-los aos poucos mas de forma saudável.

Os maus hábitos alimentares devem ser substituídos pelos bons, mas precisam de adaptação, seu corpo não é uma máquina que liga e desliga e se reprograma instantaneamente.

Entenda-se, cuide-se, ame-se, mas com calma, planejamento, orientação profissional e com a mente saudável.

E quando perceber uma pessoa compulsiva, obcecada com o “peso ideal” e o “corpo ideal” ajude-a a se aceitar. Ela pode estar sofrendo para se ajustar aos “padrões”.

É isso, queremos que as pessoas sejam saudáveis. Com paciência, orientação e foco!

 

 

 

 

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